Beleza das Preciosas | Luah Nascimento: Um VIVA ao Lado B!

Um VIVA ao Lado B!

Olá Preciosas, tudo bem?
Quanto tempo né? Bom teria um monte de motivos para explicar todo esse tempo sem postar, mas ultimamente venho aplicando o que venho aprendendo no meu coach: nada de contar histórias!

Sim, já repararam como estamos sempre "inventando" histórias para nós mesmos e para os outros? Temos sempre a desculpa, o motivo para deixar de fazer algo para nós, para os outros mas pouca vezes paramos para analisar se essas histórias são verdades.
Eu cansei, cansei de buscar histórias para mim, para me desculpar por não ter feito algo, para aceitar coisas que não me agradam e por aí vai. Fiz uma busca no meu interior esse tempo e decidi virar o jogo, sabe, ZERAR a vida e me dar uma nova oportunidade! Não é nada fácil, mas confesso que tem sido libertador.
E por isso resolvi voltar a escrever, não a escrever o que esperam de uma aspirante a blogueira, mas a escrever aquilo que eu realmente sentir de escrever no dia e quando eu tiver vontade, sabe sem peso, sem regras, sem datas marcadas, escrever com prazer, fazendo o meu Lado B que tanto amo sair de novo da caixinha e poder compartilhar com vocês aqui.
Vou deixar um pedaço do texto do Paulo Vieira no livro o poder da ação para que vocês assim como eu possam refletir e quem sabe serem tocadas por estas palavras e sentirem o que senti.
Espero que gostem desse pequeno spoiler e fiquem por aqui.
beijos da Lu cheio de carinho!
P.S: Se gostar desse texto não esqueça de seguir o blog e deixar seu comentário vou amar conhecer você.


Trecho do livro " O poder da Ação"

"HISTORINHAS E HISTÓRIAS Acredito, como já falei, que fomos criados por Deus para uma vida abundante em todos os aspectos. E que os acontecimentos da vida de qualquer pessoa, por si só, deveriam levá-la a esse padrão de excelência. São como as águas de um rio que naturalmente fluem em direção ao mar. Essa é a natureza e o normal para um rio. Para represá-lo, será necessário um esforço muito grande de fazer barragens ou desviar o curso natural das águas. A abundância é a natureza de Deus e, consequentemente, a natureza humana. Se, porém, você não está vivendo essa abundância e plenitude é porque existe uma barragem, um desvio, que impede o fluir dessa natureza abundante para você. E, por incrível que pareça, somos nós que, através de comportamentos, muitas vezes “inocentes e despretensiosos”, criamos verdadeiras barragens e desvios de todo o bem que deveria chegar até nós. Na prática, bastaria não atrapalhar para que as coisas boas viessem até nós. A boa notícia que trago aqui é que, além de não atrapalhar, podemos também usar essa força gigantesca para acelerar esse fluir de coisas boas em nossa vida. O nome que daremos a essa força é historinhas. Historinhas são estruturas linguísticas, verbais e mentais que validam, explicam e justificam nossos fracassos, nossas falhas e nossos insucessos. Uma maneira às vezes sutil e outras vezes explícita de não nos responsabilizarmos por resultados, ações e comportamentos que não deram certo em nossa vida. Como é cômodo ou menos oneroso ser demitido e ter toda uma historinha ensaiada para explicar, ou melhor, justificar o porquê do ocorrido. Como é mais fácil e mais confortável encarar o diretor do colégio do filho que acaba de ser expulso e contar a historinha de que criou os dois filhos da mesma maneira e só um é problemático. Aparentemente, as historinhas trazem conforto, mas na realidade elas causam duas consequências devastadoras na vida das pessoas. A primeira, é que elas atacam a autorresponsabilidade (conceito que vamos explicar melhor no Capítulo 3), ou seja, elas tiram a autonomia de seu autor, deixando-o como refém da situação. No caso do pai diante do diretor, a historinha o coloca como vítima impotente da situação, como se não tivesse o que fazer. Afinal, o outro filho nunca teve problemas na escola, e os dois foram criados da mesma maneira. E a segunda consequência é o fato de essa historinha ser interpretada como verdade pelo cérebro. E quanto mais vezes for contada e com mais intensidade emocional for dita, mais presa dentro dela a pessoa ficará. O cérebro não escolhe no que acreditar, assim, o que você mais comunicar, mais verdadeiro será. Nesse caso, esse filho será de fato a ovelha negra da família, o meninoproblema provavelmente sem solução. Quantas historinhas temos contado para justificar nossos fracassos? Quantas historinhas temos criado e contado para justificar ou explicar nossa permanência no grande tonel da zona de conforto? É comum acreditarmos que historinhas são mentirinhas ou disfarces simples para algo do qual queremos fugir ou sobre a qual não queremos reconhecer nossa responsabilidade. Na verdade, existem três categorias de historinhas: mentiras e exageros, verdades e, por fim, brincadeiras. As historinhas mentirosas são justificativas inventadas com o objetivo de diminuir a culpa. Já as historinhas verdadeiras são uma tentativa de acusar o outro e se eximir da responsabilidade pelos próprios atos. As brincadeiras fazem a pessoa fechar os olhos para o problema, tirar o foco do assunto por meio de uma piada ou de algo engraçado dito sobre o problema. Seja qual for o tipo de historinha, elas destroem a autoimagem e deixam seus autores impotentes na questão de ação e do comportamento, e certos da impossibilidade de realizar"
Créditos: O poder da Ação - Paulo Vieira



Nenhum comentário:

Postar um comentário